Mulher segurando câmera fotográfica e rodeada por outros modelos de câmera. A foto quer ilustrar a dúvida: quantos óvulos ainda temos?

Quantos óvulos ainda temos: o xis da questão

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Uma das grandes missões da Oya é desmistificar o corpo feminino para que você tenha mais autonomia sobre seu corpo e sobre sua saúde. Uma das formas que encontramos de colocar isso em prática foi através da Descoberta da Fertilidade, que começa a partir de um exame que vai nos permitir calcular a quantas anda sua reserva ovariana.

Ao ler essa informação, é comum pensar que por meio da Descoberta você vai saber exatamente quantos óvulos ainda possui, certo? Aliás, essa é uma dúvida bastante comum quando se fala em fertilidade, principalmente após a revelação de que a vida fértil da mulher é limitada porque nossos “recursos” - ou seja, os óvulos - são limitados. 


No entanto, ainda não é possível contar o número exato de óvulos dentro do corpo feminino. Seria incrível se a gente pudesse fazer um teste, olhar gráficos e tabelas num computador, com curvas, informações super detalhadas, fotos, etc, até chegar em um número mágico que diz “Tcharã! Você tem X óvulos disponíveis!”. 


Mas… não é assim que funciona. Pois é, já temos missão até pra Marte, mas nosso corpo continua um mistério, pelo menos a partir de determinado ponto. Sabemos, por exemplo, que quanto maior a idade, menor a reserva ovariana. Mas será que dá pra confiar só na idade pra saber quantos óvulos ainda temos dentro da gente? 


Ou ainda: existe uma resposta única pra todas nós?


Desvendando a fertilidade feminina


Além da idade, o que temos para nos amparar nessa jornada de autoconhecimento são alguns testes que nos ajudam a ter uma estimativa sobre como anda nossa reserva ovariana. Mas ainda não existe um consenso na medicina sobre qual é o melhor de todos e nenhum dá 100% de certeza no resultado. 


Isso não é necessariamente um problema: cada mulher tem sua individualidade, seus sonhos, objetivos, histórias pra contar — e com a saúde não poderia ser diferente. Então mesmo com a certeza que a reserva ovariana diminui ao longo dos anos para todas as mulheres, ninguém tem uma resposta definitiva sobre como isso funciona para cada uma.


Cada corpo é um corpo. E duas mulheres com a mesma idade podem ter reservas ovarianas completamente diferentes.


Em posse dessas informações, quem deseja saber mais sobre a própria fertilidade pode contar com a ajuda de três testes. Veja só quais são eles! 

Contagem de Folículo Antral (CFA)


Esse teste é um dos poucos que podem apontar quantos folículos antrais temos naquele ciclo (sim, isso pode variar de ciclo para ciclo), que estão ali esperando pra se desenvolver. Apesar de carregarmos nossos óvulos desde o nascimento, antes de serem liberados eles passam por um período de amadurecimento.


Os folículos antrais são aqueles que ainda estão em seu estágio inicial de desenvolvimento, apresentando um diâmetro que pode ir de 2 a 10mm. Eles são as células do nosso ovário que são recrutadas para amadurecer e dar origem a um óvulo maduro. 


Por isso, a contagem de folículos antrais é um reflexo da capacidade reprodutiva da mulher. O exame é feito através da ultrassonografia transvaginal e, quanto mais folículos antrais identificados, melhor a reserva ovariana da mulher. É uma ferramenta muito utilizada em conjunto com o nosso HAM (hormônio anti-mülleriano) para a avaliação da reserva ovariana.  

Dosagem de Hormônio Folículo Estimulante (FSH) 


Nos corpos femininos, o FSH é um hormônio relacionado à liberação de estrogênio no organismo e tem uma relação direta com a ovulação. É ele o responsável por coordenar a liberação dos óvulos durante o ciclo menstrual - alterações na liberação de FSH podem estar relacionadas a algumas doenças como: a síndrome dos ovários policísticos e até a insuficiência ovariana precoce (famosa menopausa precoce, aquela que ocorre na mulher antes dos 40 anos)


Os níveis de FSH no sangue aumentam quanto mais a mulher se aproxima da menopausa, por isso a dosagem pode ser utilizada para avaliar a reserva ovariana. No entanto, o teste é considerado impreciso porque não fornece informações a respeito da qualidade dos óvulos: em alguns casos, mesmo que a reserva ovariana seja baixa, a gravidez é possível.


Além disso, outros fatores podem afetar a presença de FSH no organismo, como problemas na tireoide, obesidade, tabagismo e até mesmo o estresse. Portanto, não deve ser a usado de maneira isolada para um diagnóstico definitivo sobre sua fertilidade.


Teste de Hormônio Antimülleriano (HAM)


Este é um exame de sangue que mede os níveis de hormônio antimülleriano (HAM) no organismo. Para quem não conhece, o HAM é um hormônio liberado pelas células de folículos pré-antrais e antrais, cuja função é regular a maturação dos óvulos que falamos lá em cima. 


Assim como no caso da contagem dos folículos antrais, essa dosagem está ligada diretamente à sua reserva ovariana. Então, quanto mais hormônio, mais fértil você é, certo? Bem, mais ou menos.


A quantidade de hormônio antimülleriano considerada “normal” varia com a idade e outros fatores, como estilo de vida e seu histórico médico e familiar. Nem sempre o alto índice de HAM no organismo é um sinal positivo: níveis de HAM acima da média podem indicar, por exemplo, a presença da síndrome do ovário policístico (SOP). 


É por isso que a orientação médica também é indispensável: só uma especialista pode olhar o resultado do seu exame e interpretar certinho o que aquele número significa.


E é exatamente esse serviço que a Oya oferece hoje! Através da Descoberta da Fertilidade, você faz a dosagem do hormônio mülleriano e depois passa por uma teleorientação com uma das nossas especialistas, que vai levar em conta seu perfil e quais são as suas demandas no momento. 


Quer entender mais sobre esse teste? Então baixe nosso ebook gratuitamente e confira todos os detalhes!


Tenho medo dos resultados, e agora?


Caso você tenha feito algum dos exames acima e a resposta que encontrou não estava de acordo com os seus planos, não precisa se desesperar. Mesmo que sua reserva ovariana esteja reduzida, ainda existem outros caminhos caso você tenha planos de ter um filho. 


Esse é só o primeiro passo, que abre portas para outras possibilidades. A boa notícia é que existem muitos caminhos pra você se planejar, não importa o resultado. Alguns deles, por exemplo, são a fertilização in vitro (FIV, para os íntimos), e o congelamento de óvulos .


E a outra boa notícia é que você não está sozinha. Nós, da Oya, estamos aqui para te ajudar nessa jornada de autoconhecimento, seja com explicações detalhadas sobre o que está acontecendo com seu corpo, seja com acolhimento e orientação para o que virá a seguir. E tudo sem precisar você precisar sair de casa! 


Clica aqui pra dar o primeiro passo e vamos juntas nessa!


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