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Me conta mais sobre essa história de reserva ovariana

SUMÁRIO


Se você já deu uma olhadinha aqui no site da Oya, já deve ter se deparado algumas vezes com o termo “reserva ovariana”. Só pelo nome, já é possível matar uma parte da charada: falar de reserva ovariana é falar sobre aqueles óvulos que temos de “estoque” aqui no nosso organismo, que é um dos fatores que determina a nossa vida fértil. 

Essa é a definição do termo, mas para entender como tudo funciona é importante mergulharmos um pouquinho mais fundo aqui dentro - isso mesmo, dentro de você. Vamos lá?


Quem nasce com ovários, nasce também com todos os óvulos que vai ter na vida. Esse “estoque”, como já vimos, é a tal reserva ovariana, que começa a ser utilizada a partir da primeira menstruação e vai diminuindo ao longo da vida até zerar, na famosa menopausa. 


Mas dizer que nascemos com uma reserva ovariana não é a mesma coisa que dizer que nossos óvulos já nascem prontos, só esperando a hora da fecundação (ou da menstruação, caso não haja gravidez). Para chegar lá, eles precisam passar por um processo de maturação. 


Hã?


Calma, a gente explica: HAM é a sigla que usamos para falar do hormônio antimülleriano. Todo mês, uma parte do nosso cérebro chamada hipófise envia um sinal para os ovários para que haja um recrutamento folicular. Isso significa que nosso corpo elege células imaturas do nosso ovário para que elas atinjam a maturidade, se tornando os folículos pré-antrais, e em seguida os folículos antrais. O HAM é produzido por estes folículos imaturos, e, por isso, ele reflete como está nosso “estoque” de óvulos.


Nós não passamos pela adolescência e vivemos aquele momento de transformações graças a um monte de hormônios? Seus óvulos também, mas em vez de anos esse processo acontece durante alguns dias do seu ciclo menstrual, com um pequeno grupo de células - os folículos - a cada mês.


Um destes folículos é eleito para se tornar o folículo dominante – e é ele que atingirá a maturidade, que ocorre aproximadamente no 14º dia do ciclo menstrual. Essa fase muita gente já conhece, que é a da ovulação: quando o folículo se rompe para liberar o óvulo maduro, que poderá ou não ser fecundado por um espermatozoide. 


O HAM é utilizado para estimarmos o tamanho da reserva ovariana no corpo de cada pessoa. Através dessa dosagem, é possível estimar em que pé você está na sua vida fértil e a partir dessa informação dá pra traçar planos muito mais bem embasados para o futuro. 


Mas ao contrário do que muitas pensam, avaliar a reserva ovariana não é a mesma coisa que descobrir quantos óvulos aquela pessoa tem - é impossível obter uma resposta exata, em números.  Pasme: o homem já pisou na lua, mas certas informações sobre o corpo feminino continuam um mistério. 


Mas a conversa sobre fertilidade não acaba por aí: hoje é possível avaliar nossa vida fértil a partir de uma série de fatores: o histórico de saúde, os ciclos menstruais, a idade e o nível de HAM.


 “Então quanto mais hormônio, mais fértil, né?”, você deve estar se perguntando. Bem, mais ou menos. É que a quantidade que a gente considera “normal” varia com a idade, além de outros fatores que influenciam muito, como o estilo de vida e o histórico médico e familiar. 


Um certo nível de HAM no organismo pode significar uma coisa para uma mulher de 35 anos e outra coisa completamente diferente para uma mulher de 27 (dá uma olhadinha no gráfico aqui embaixo). 


Infográfico em forma de copo ilustra reserva ovariana ao longo do tempo. Texto na imagem: Copo cheio (por volta do nascimento); Mais ou menos 38 anos (já gastou três quartos dos óvulos); Mais ou menos 45 a 51 anos (copo vazio)


Moral da história: além do exame de sangue, para entender como está sua reserva ovariana você precisa também de um especialista da sua confiança pra fazer essas relações, compartilhar elas com você além de avaliar outros possíveis fatores da sua saúde que podem interferir na sua fertilidade espontânea. E com a informação na sua mão, você fica mais livre pra fazer suas escolhas, não importa quais elas sejam. 


A Oya tá aqui pra te ajudar com tudo isso, e você nem precisa de pedido médico para fazer o exame com a gente - mas temos a melhor equipe de médicas para te atender depois e explicar tudinho. Bom né?


Pronta para colocar todo esse aprendizado em prática com a sua reserva ovariana? Então clica aqui e marca seu exame hoje mesmo!


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