A medicina (ainda) não sabe tudo sobre a saúde feminina

A medicina (ainda) não sabe tudo sobre a saúde feminina

A mulher é, muitas vezes, quem cuida de todo mundo em casa. É quem compra remédio, leva no médico, dá um toque no marido pra ele ficar de olho na saúde. Mas quando o assunto é a saúde dela, tudo muda: são muitas dúvidas, poucas informações e até vergonha de falar sobre alguns tabus (que simplesmente fazem parte do corpo feminino).

Mas por que isso acontece em pleno século 21?

Quantas mulheres já não foram mal-tratadas numa consulta? Acontece mais do que deveria. Por preconceito e vieses inconscientes, as queixas de pacientes femininas muitas vezes são vistas como frescura, ou ainda problemas psicológicos. O resultado é, muitas vezes, um diagnóstico errado — o que pode esconder o problema real por anos e fazer com que a mulher tome remédios errados. Imagina o quanto isso é perigoso.

Tem mulheres que seguem com esse diagnóstico impreciso pro resto da vida. Outras, precisam consultar muitos médicos até encontrar um que a escute, examine e diagnostique corretamente. Com tudo isso, o tempo vai correndo e a chance de tratamento e cura é cada vez menor — como, por exemplo, no caso de tumores e problemas cardíacos.

O problema não tá só nos consultórios. Pensa que foi só a partir dos anos 90 que o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (NIH) começou a estudar a saúde da mulher como uma linha específica. Nem precisa ir tão longe: até 2015, não era obrigatório envolver homens e também mulheres em pesquisas e ensaios clínicos. O olhar da medicina para as mulheres é recente demais.

E quando a medicina não é pensada para o corpo da mulher, é claro que os impactos são muitos. De atendimento a diagnóstico, tratamento e, claro, cura.

Além de ser mulher, muitos outros elementos também interferem nesse cenário todo. Os vieses de médicos sobre raça, classe social, peso e orientação sexual também podem distorcer tudo. E isso não devia ser uma realidade.

A Oya chegou pra ajudar todas as mulheres a tomarem as melhores decisões para seus corpos. Com informação, recursos e escuta a cada uma, vamos juntas descomplicar o cuidado da saúde feminina. Comece por aqui.

Todas as informações nesse post são embasadas nesse artigo da BBC.

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